sábado, 16 de outubro de 2010

E se Pablo Picasso tivesse criado os super heróis?

No mundo artístico, são tidas como artes clássicas sete diferentes manifestações. Talvez a mais repercutida delas, no que se refere ao título, é o cinema, considerado a sétima arte. Na mesma escala, a pintura é conhecida como é a terceira arte. Com o passar dos anos, novos elementos foram inseridos a tal ranking e os quadrinhos (ou "arte sequencial") passaram a ocupar o nono lugar, sendos chamados de "nona arte". Estou falando disso pois, neste artigo, faremos uma viagem ao mundo das artes e descobriremos: como seria se Pablo Picasso fosse o criador dos universos DC e Marvel?

Foi pensando nisso que o artista norte-americano Mike Esparza resolveu fazer uma série de telas, emprestando o estilo cubista do espanhol Picasso a diversos super heróis e vilões do mundo dos quadrinhos! Lançadas há algum tempo, os desenhos tem feito enorme sucesso (e estão disponíveis para compra no site de Mike, que você visita clicando aqui). O resultado ficou excelente e você confere a seguir!

Veja as releituras na galeria abaixo; é só clicar para ampliar:




No começo do post, falei um pouco sobre algumas artes clássicas. Se você quiser conhecer mais sobre as outras artes inseridas nessa escala, acesse esse post, publicado há um tempo aqui no ColorScreen.

Eu, além de ser fã de quadrinhos, gosto muito de arte clássica; um dos meus estilos preferidos é o cubismo. Por isso gostei tanto dessas versões cubistas para os personagens dos gibis! Meus preferidos são o Superman, Flash, Coringa e Venon. E você? De qual mais gostou?

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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Especial Dia das Crianças: personagens clássicos e suas versões infantis!

Uma data da qual sempre gostei é o Dia das Crianças. Independente de seu caráter comercial, eu acho muito importante termos um dia para pensar e claro, homenagear este período tão importante e feliz da vida de uma pessoa. Então, pensei um pouco em como semana, estava pensando em como fazer uma homenagem ao dia, relacionando isso ao blog! E aqui vai o resultado: Top ColorScreen - Personagens em versão infantil!

Como o conteúdo é muito extenso, resolvi escolher cinco exemplos e relembrar, como símbolos de versões infantilizadas de personagens já famosos. Logo depois, citarei outros que também me lembro, e claro, você poderá contribuir para aumentar a lista! Vamos lá:

Muppet Babies: Nos anos 80, os Muppets, criação de Jin Henson, eram uma mina de ouro, aparecendo em programas de TV, cinema, produtos e muito mais. Então, nada mais natural do que estender essa presença ao público infantil! Em 1984, no filme "Os Muppets Conquistam Nova York", uma cena mostrava o sapo Caco e a porquinha Miss Piggy interagindo quandro crianças. Daí surgia a idéia do desenho lançado meses mais tarde, onde todos os bonecos do grupo viviam juntos em um berçário, sendo cuidados pela Babá (que claro, nunca mostrou seu rosto, para a agonia de todos os fãs da série). O desenho durou 6 temporadas na rede NBC, e aqui no Brasil também foi um enorme sucesso quando transmitido pelo SBT, se tornando um dos ícones infantis do período!

Os Flintstones nos Anos Dourados: Nos mesmos moldes da série com os Muppets, em 1986 foi a vez dos Flintstones ganharem uma animação, "Flintstones Kids", que mostrava a infância dos clássicos personagens Fred, Barney, Wilma e Betty, além do dinossaurinho Dino (que, também em versão infantil, já era o animal de estimação de Fred). Quem sempre roubava a cena era o vilão, Ruivo Erik, menino encrenqueiro que vivia para atormentar as crianças. A série, desenvolvida pela Hanna-Barbera, durou duas temporadas na ABC e foi sucesso no Brasil, alguns anos depois, quando exibida nos programas globais "Xou da Xuxa" e "TV Colosso".

Superboy: Criado em 1938, Superman foi um sucesso instantâneo. Responsável pela criação do gênero super herói, revolucionou os quadrinhos e gerou muitos sub-produtos. A história do surgimento de Batman é um exemplo disso: após o sucesso do primeiro, a DC Comics encomendou outro herói para seus escritores, daí surgia o Cavaleiro das Trevas. E logo depois, Batman ganhava seu sidecick mirim, Robin. Devido ao enorme sucesso de Robin junto ao público infantil, porque não fazer algo parecido em relação ao Superman? Nascia assim, no ano de 1944, o Superboy, versão infantil do maior herói do planeta! Inicialmente, o conceito do personagem era mostrar as aventuras de Clark Kent quando criança, como se ele já tivesse sido herói em sua infância. De lá pra cá, muita coisa mudou, o personagem foi reformulado inúmeras vezes (hoje, nos quadrinhos, o Superboy não é criança e também nem é Clark Kent; na TV, temos o seriado "Smallville", com conceito um pouco parecido com o original, mostrando a juventude de Clark). Porém, Superboy permanece como um personagem versão infantil muito importante e por isso está em nossa lista!

O Pequeno Scooby-Doo: Com a mesma fórmula de todas as séries envolvendo os personagens, em 1988 era a vez de Scooby-Doo ganhar sua versão infantil (ou filhote!). Era "A Pup Named Scobby-Doo"/"O Pequeno Scooby-Doo", Série transmitida pela ABC por três temporadas. No desenho, Salsicha, Fred, Daphne e Velma (todos crianças) desvendavam mistérios, com a ajuda do medroso cachorro, ainda um filhote. Assim como as séries dos Muppets e dos Flintstones, a série animada também fez sucesso no Brasil, no fim dos anos 80 e comecinho dos anos 90. Era transmitida pela Globo, no "Xou da Xuxa" e na "TV Colosso".

Senninha: Nos anos 90, o mercado editorial brasileiro vivia uma ótima fase, com dezenas de gibis nacionais sendo publicados e fazendo sucesso. Muitos deles mostravam personalidades conhecidas do mundo artístico em versões infantis, como Xuxa e os Trapalhões. Então, nada mais natural que um dos maiores nomes do esporte de todos os tempos ganhar seu personagem, não? Assim surgiu Senninha, mostrando um Ayrton Senna infantil, aos moldes de Pelezinho. Infelizmente, o personagem teve seu primeiro gibi publicado em fevereiro de 1994, poucos meses antes do falecimento trágico do piloto, em maio do mesmo ano. Então, Senninha teve uma certa repercussão, mas creio que ficou muito ligado ao fato triste, por isto não foi um dos maiores sucessos do gênero, como foi o personagem inspirado em Pelé. Mas mesmo assim, o mini piloto conquistou seu espaço e até hoje aparece em produtos licenciados, quadrinhos e homenagens a Ayrton Senna.

Ah, no ano passado, também fiz um post especial para esta data! Escrevi um pouco sobre alguns medos que eu tinha quando criança, todos relacionados ao mundo dos filmes, seriados e televisão! Para ver (ou rever) o artigo, clique no link a seguir: Top ColorScreen - Medos da Infância!

E como falei no começo do post, infelizmente não dá para citar tudo, mas aqui vão outros exemplos de personagens em versão infantil: Disney Babies, Baby Looney Tunes (veja esse post para maiores detalhes!), Baby Mario, Yo Yogi (desenho no qual vários personagens Hanna Barbera apareciam em versão infantil e adolescente, como o Zé Colméia que está na imagem do topo do post), Mini Marvels (com personagens da Marvel Comics), Capitão Caverna e seu filho Caverninha, Lil' Bush (desenho animado com George W. Bush em versão infantil!), Tiny Toon (com os personagens dos Looney Tunes ganhando suas versões em forma de crianças), Tom & Jerry Kids, James Bond Jr. (com o agente secreto em versão juvenil), os nacionais Xuxinha, Pelezinho, Betinho Carreiro (foto ao lado), os Trapalhões e muitos outros!

Eu sempre gostei muito de vários desta lista, mas até hoje adoro o desenho "Tiny Toon", acho uma das melhores coisas já realizadas na história da animação. E você? Quais eram seus preferidos? Faltou algum na lista?

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Filmes: relembre os mais famosos carros do cinema!

Um dos fatores mais importantes em certos gêneros de filmes são os equipamentos utilizados pelos personagens. Como podemos imaginar películas de aventura e ação por exemplo, sem armas, aparatos e claro, veículos? Então, nesse post, vamos fazer uma viagem ao passado da sétima arte, relembrando os carros mais famosos do cinema!

Como Marty McFly viajaria no tempo sem o seu DeLorean, ou como Batman combateria o crime sem o Batmóvel? E o que seria dos Caça Fantasmas sem o ECTO-1 para ajudar a espantar as aparições que assombram Nova York? Em muitos filmes, os automóveis tem papel fundamental na trama, servindo não só como transporte, mas também como personagem!

Abaixo, vamos ver algumas fotos realizadas em exposições de carros usados em filmes (não são réplicas ou reproduções, e sim automóveis realmente utilizados nas produções) e relembrar um pouco desses veículos tão marcantes!

Fusca Herbie - "Se Meu Fusca Falasse", 1968

ECTO-1 - "Os Caça Fantasmas", 1984

DeLorean - "De Volta Para O Futuro", 1985

Moto Futurista - "De Volta Para O Futuro 2", 1989

Batmóvel - "Batman", 1989

Furgão dos personagens - "Debi e Lóide"

Batmóvel - "Batman e Robin", 1995

Dodge Charger - "Velozes e Furiosos", 2001

Camaro Bumblebee - "Transformers", 2001

Ford Gran Torino - "Gran Torino", 2008

É claro, como o objetivo do post era mostrar as imagens desta exposição particularmente, dezenas de carros marcantes no cinema ficaram de fora (como os veículos do filme "Carros", que utilizei na imagem do topo do artigo!). Mas espero que você tenha se divertido! Eu sempre gostei muito do ECTO-1 e do DeLorean, e você? Dos carros mostrados aqui, qual é seu favorito?

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Eleições: em 2010 é Silvio Santos para presidente!

Eu pensei bastante em se abordaria o tema "eleições" aqui no ColorScreen. Depois de muito pensar, resolvi falar disso de uma maneira diferente: relembrando a incursão de Silvio Santos no cenário político! E ainda, além de recordar o passado, vamos fazer uma projeção bem divertida: como seria a campanha de Silvio para presidente em 2010?

Em 1989, pensando em retribuir tudo que a sociedade brasileira o concedeu, o empresário se lançou candidato a presidente, pelo pequeno PMB (Partido Municipalista Brasileiro), apenas quinze dias antes do dia da votação. Ele entrou no lugar do até então candidato do partido, o pastor Armando Corrêa. Como as cédulas já estavam impressas, o nome de Silvio não apareceria, então muita da sua curta campanha foi baseada em avisar o eleitor de que, escolhendo Corrêa, ele estaria na verdade dando seu voto para Silvio Santos.

Em poucos dias, alcançou as primeiras colocações nas pesquisas, alavancado por seu carisma e suas décadas de imagem como homem público digno e íntegro. Tudo indicava sua ida para o segundo turno, ao lado de Collor (eram 22 os candidatos ao cargo de presidente!). Porém, dias antes da eleição, por uma falha do partido, cometida antes do lançamento da candidadura, o registro de Silvio foi impugnado pelo Tribunal Superior Eleitoral, o que causou sua saída da disputa.

Abaixo, vamos relembrar das peças de campanha de Silvio em 1989. Assista agora a primeira propaganda, com o clássico "Silvio Santos vem aí" transformado em jingle político:



Veja o outro programa eleitoral da campanha de Silvio:



Bom, essa história todos sabemos como terminou, com Silvio nunca mais tendo participado da cena política brasileira. Mas como seria se isso tivesse acontecido de maneira diferente e o apresentador se lançasse candidato a presidente em 2010? É isso que o blog Baú do Silvio resolveu imaginar, neste vídeo que você vê abaixo (repare no nome do vice!):



O vídeo mistura cenas da campanha de 1989 com imagens de um vídeo institucional lançado no cinquentenário do Grupo Silvio Santos, em 2008 (veja o vídeo todo aqui). Eu achei bem legal a idéia e também o resultado! E você, o que achou?

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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Top ColorScreen: 60 anos de TV no Brasil - Parte 2!

Como você já deve ter percebido, continuaremos agora nossa homenagem aos 60 anos da Televisão Brasileira! Na primeira parte, relembramos os grandes empresários do setor, criadores e diretores da área, emissoras, jornalísticos, apresentadores e personalidades da TV! Para ver o post, clique aqui!

E agora vamos prosseguir, relembrando de teledramaturgia, humor, programas infantis e muito mais! Então, vamos lá! A seguir, o Top ColorScreen: Ícones dos 60 anos da TV no Brasil - Parte II!

Novela: Beto Rockfeller (TV Tupi, 1968). Até então, as novelas produzidas por aqui seguiam a mesma fórmula de melodrama das novelas latinas em geral, com histórias muito simples e maniqueístas, geralmente situadas em épocas antigas ou lugares exóticos. Então veio "Beto Rockfeller". De criação de Cassiano Gabus Mendes, autoria de Bráulio Pedroso e direção de Lima Duarte e Walter Avancini, a trama contava a história do personagem título, vivido por Luís Gustavo. Beto era um anti-herói, vindo da classe baixa, tentando se infiltrar entre pessoas de classe alta, para conquistar mulheres ricas. A obra foi um marco, criando o estilo brasileiro de telenovelas, que dura até hoje, com diálogos mais informais e cheio de gírias, situações mais corriqueiras e uma proximidade muito maior da realidade do telespectador. A novela teve uma continuação, "A Volta de Beto Rockfeller", também na Tupi, em 1973, mas que não teve tanta repercussão. Menções honrosas: "Irmãos Coragem", "Roque Santeiro", "O Bem Amado", "Laços de Família", "Pecado Capital", "Éramos Seis", "Pantanal", "O Astro', "O Salvador da Pátria", "Vale Tudo", "O Rei do Gado", "Senhora do Destino", "Selva de Pedra", "Anjo Mau", "Estúpido Cupido", "Vigilante Rodoviário" (que nem foi novela, e sim série, mas faz parte de nossa história) e muitas, muitas outras.

Autor de novelas: Janete Clair. A maior autora da teledramaturgia brasileira. Seu maior sucesso foi "Irmãos Coragem" (1970). Autora também de outros marcos absolutos das novelas, como os hits da década de 70 "Pecado Capital", " Pai Herói", "O Astro" e "Selva de Pedra". Janete, que era casada com o também dramaturgo Dias Gomes, ficou conhecida como "maga das oito", por seus altos índices de audiência ("Selva de Pedra" foi a única novela da história a atingir 100 pontos no IBOPE). Faleceu em 1983, deixando inacabada a obra "Eu Prometo", assumida por uma colaboradora que também se tornaria uma grande autora, Glória Perez. Menções honrosas: Dias Gomes, Cassiano Gabus Mendes, Benedito Ruy Barbosa, Gilberto Braga, Manoel Carlos, Bráulio Pedroso, Glória Perez, Ivani Ribeiro, Silvio de Abreu e muitos outros.

Atores: Tarcísio Meira e Glória Menezes. O casal símbolo de nossa teledramaturgia. Contracenaram pela primeira vez em um teletratro da TV Excelsior, em 1961. Dois anos mais tarde, em 1963, já casados na vida real, foram as estrelas da primeira telenovela diária de nossa televisão, "2-5499 Ocupado", também na Excelsior, onde Tarcísio vivia o homem que se apaixona por uma telefonista de um presídio (Glória), só tendo ouvido sua voz, sem saber que a moça na verdade é presidiária. A partir disso, o casal foi consolidando sua posição como a principal parceria da televisão brasileira, tendo contracenado juntos em diversos trabalhos, como a série global "Tarcísio e Glória", de 1988, onde viviam um inusitado casal, formado por um empresário e uma extraterrestre (além de produzir e dirigir o programa). Menções honrosas: Fernanda Montenegro, Tony Ramos, Regina Duarte, Lima Duarte, José Wilker, Suzana Vieira, José Mayer, Francisco Cuoco, Betty Faria, Antônio Fagundes e centenas de outros atores que fizeram a história de nosso principal produto televisivo!

Infantil: Xuxa. Esse item foi o mais complicado de se escrever. Pessoalmente, minha escolha não seria esta, mas sim a versão clássica do "Sítio do Picapau Amarelo" ou a impecável grade infantil da TV Cultura. Porém, após analisar, cheguei nesta conclusão. Estou colocando a Xuxa como ícone infantil porque, apesar de eu não ser fã, ou nem gostar de seu trabalho, a importância e representividade dela para sua área é inegável. Uma geração toda cresceu sofrendo sua influência; a apresentadora definiu a imagem de programa infantil nas últimas décadas para a maioria da população. Mas este item é o tipo de escolha que se faz baseado no cenário geral, e não no gosto pessoal. Menções muito honrosas: todas as versões do Sítio do Picapau Amarelo, toda a grade infantil da TV Cultura, TV Colosso, Bozo, Teatrinho Trol, Capitão Aza, Vila Sésamo, Pulmann Júnior, Balão Mágico, Globo Cor Especial, Cirquinho do Arrelia, Capitão Furacão, Sérgio Mallandro, Angélica, Eliana, Shazan e Xerife, Agente G, Disney Club e muitos outros!

Humor: Chico Anysio. O maior criador de personagens humorísticos da história da televisão brasileira e quem sabe mundial! Ao longo de seus mais de 50 anos na TV, Chico definiu um gênero bem brasileiro de humor, com personagens inusitados, bordões marcantes e críticas ao cotidiano e à nossa sociedade. A maior estrela do humor na televisão do Brasil! Menções honrosas: Os Trapalhões, A Praça é Nossa, Balança Mas Não Cai, Satiricom, Família Trapo, Planeta dos Homens, A Grande Família, Faça Humor Não Faça Guerra, Viva o Gordo, Escolinha do Golias, Zorra Total, Pânico na TV, CQC, Os Normais, TV Pirata, Sai de Baixo, Hermes e Renato, Casseta e Planeta e muitos outros.


Esta foi minha pequena homenagem à televisão brasileira, que tem presença muito grande e fundamental na minha vida. Desde pequeno foi minha principal fonte de informação e diversão, e agora, com a vida adulta, virou formação e profissão. É claro que o veículo no Brasil tem problemas, mas acredite, nossa TV é uma das melhores do mundo, e merece ser reconhecida e homenageada!

E você, o que achou da lista? Comente, critique, elogie, concorde, discorde! A área dos comentários está aí para isso, e sua participação é fundamental!

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sábado, 18 de setembro de 2010

Top ColorScreen: Especial 60 anos de TV no Brasil!

Há exatamente seis décadas, no dia 18 de setembro de 1950, um dos mais importantes acontecimentos de nossa história acontecia, em um prédio da cidade de São Paulo. O empresário Assis Chateaubriand, depois de inúmeros esforços, que incluíram, entre outros, a importação de todos os televisores existentes na época (pois, claro, o país não produzia aparelhos então), inaugurava a TV Tupi, dando início à um veículo que influencia, diverte, acompanha, retrata e fundamentalmente, faz parte da vida de todos nós. Então, como você já deve ter percebido, este post é para comemorar os 60 anos da Televisão Brasileira!

Eu pensei muito em como tratar do assunto de uma maneira diferente. Pois, por mais que a bibliografia sobre o assunto seja pequena (infelizmente...), existem várias fontes na internet onde você pode pesquisar e conhecer a trajetória do veículo no Brasil. Para não cair na mesmice, resolvi fazer uma lista, com algumas das figuras mais importantes e representativas nesse campo. Cada tema ganhou um representante, que significa bastante para tal tema (como jornalismo, novelas, e muito mais).

Foi uma tarefa bem difícil, pensar em um único elemento para representar cada aspecto, portanto é claro que faltou muita coisa, mas vamos lá! Atenção: como o conteúdo é muito extenso, dividi o artigo em duas partes. Esta é a primeira; a continuação será publicada em alguns dias! É o Top ColorScreen: Ícones dos 60 anos da TV no Brasil!

Empresário de TV: Assis Chateaubriand. No final dos anos 40, já um magnata dos jornais, através de seu grupo Diários Associados, Chatô (como era conhecido) resolveu investir numa novidade que surgia com grande destaques em outros países: a televisão. Em 18 de setembro de 1950, era inaugurada a TV Tupi, primeira emissora da América do Sul e uma das primeiras do mundo. Com a maioria dos profissionais vindas do rádio, do teatro e do circo, o canal foi a base da televisão brasileira, moldando o veículo que logo se tornaria o mais importante de nossa mídia. A história da Tupi é muito vasta e merece um post exclusivo, esse é só um resumo muito pequeno, que não faz jus à grande trajetória do canal; se quiser saber mais, pode ler aqui. Menções honrosas: Roberto Marinho (responsável pelo poderio das Organizações Globo), Silvio Santos (de camelô a magnata das comunicações), Família Machado de Carvalho (Rede Record), Adolfo Bloch (Manchete), Família Simonsen (Excelsior) e Família Saad (Bandeirantes).

Criador e diretor: José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Um dos maiores, senão o maior, responsável pelo patamar de qualidade e prestígio alcançado pela Rede Globo. Responsável por exemplo pelo grande investimento na teledramaturgia, pela criação de marcos da emissora (como o "Fantástico") e pela implantação do famoso Padrão Globo de Qualidade, que primava por excelência em todos os aspectos da grade de programação. Boni ficou na emissora de 1967 até 2001, e hoje toca outros projetos, como a chefia da TV Vanguarda, emissora afiliada à Globo no interior paulista. Menções honrosas: Walter Clark, Daniel Filho, Fernando Barbosa Lima, Wilton Franco, Augusto César Vanucci, Cao Hamburger e muitos outros.

Emissora: Rede Globo. Fundada em 1965, hoje. Ao longo de sua história, despertou muito amor e muita controvérsia. Amor, pois desde sua fundação, a escalada da emissora foi impressionante; há décadas líder de audiência, a Globo já teve números absurdos de concentração de audiência e investimento. Na verdade, mesmo tendo caído em tais índices, ainda hoje a emissora concentra enorme parcela dos telespectadores e verbas publicitárias. Controvérsia, pois inúmeras acusações pairam contra a emissora. Algumas razoáveis, outras absurdas (o que tem de fanático culpando a Globo por qualquer coisa...). Mas uma coisa não podemos negar: a emissora moldou a imagem do Brasil, integrou um país de dimensões continentais e merece o sucesso que alcança. Faz jus à posição de uma das maiores produtoras de conteúdo midiático do mundo, através de sua elevada qualidade de produção, muito maior que qualquer concorrente. Menções honrosas: Tupi (a primeira), Excelsior (inovadora em muitos aspectos, que foram reutilizados na consolidação da Globo), SBT, Manchete, Record.

Jornalístico: Jornal Nacional (Rede Globo, 1969 até hoje). Como diversos outros nomes da lista, falar deste telejornal é meio redundante. Primeiro a englobar o país em rede, e cobrir fatos de todas as regiões do Brasil e do mundo, o JN foi e continua sendo a principal maneira de se informar para o brasileiro médio. Mesmo com polêmicas ocorridas ao longo das décadas (como a cobertura das Diretas Já ou a edição do debate presidencial de 1989), o jornalístico se mantém como principal produto da Rede Globo, ao lado da novela das oito, campeão em audiência e faturamento. Outro destaques da categoria, alguns já extintos: Jornal de Vanguarda, Repórter Esso, Globo Repórter, Fantástico, Fala Brasil, Domingo Espetacular, TJ Brasil, Aqui Agora, Roda Viva, Canal Livre, Observatório da Imprensa, 190 Urgente, Jornal da Manchete, entre outros.

Apresentador (e ícone maior da televisão brasileira!): Silvio Santos. Lenda viva, a cara da TV, e muitos outros adjetivos são aplicados, com a maior razão, a Senor Abravanel. Desde seu começo como camelô, suas passagens pelo rádio, pela ascenção na tv (passando pelas emissoras Globo, Tupi, Record) até a consolidação do seu maior sonho: um canal próprio, que começou com o projeto TVS e se realizou plenamente com o SBT. Acredito que este quesito é o mais auto-explicativo do ranking, portanto nem me aprofundarei muito. Mito. Menções honrosas: Chacrinha (revolucionário, mas escolhi Silvio devido a sua longevidade e importância maior para o mundo da comunicação, empresarial e etc), Hebe Camargo, Flávio Cavalcanti, Jota Silvestre, Raul Gil, Gugu, Ratinho, Xuxa, Fausto Silva, Celso Portiolli e vários outros.

Na próxima parte, veja: os mais importantes atores, escritores, novelas e muito mais! Em breve!

Este post deu bastante trabalho, principalmente pelo fato de ter que resumir seis décadas em poucas linhas, além de não ter muito como citar todo mundo que mereceria um lugar, mas espero que tenha te agradado! Você concorda com as posições do Top?

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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Conheça a tecnologia da armadura do Robocop!

Símbolo da ficção científica do final dos anos 80, Robocop criou um novo conceito no gênero. O policial humano, que após passar por uma experiência próxima da morte e é ressucitado ao ser transformado em uma máquina de combate ao crime fez muito sucesso, e até hoje é alvo de culto pelos milhões de fãs da franquia ao redor do mundo.

Pensando nisso, na quantidade de fãs que o personagem tem, mesmo depois de anos fora da mídia, estou postando essas imagens que encontrei no site Robocop Archive, mostrando como seria a organização interna do aparto que mantém o policial Murphy vivo, integrando máquinas e equipamentos aos orgãos e sistemas biológicos.

Veja abaixo os dois infográficos, traduzidos por mim, para você, que acompanha o ColorScreen!

Lembrando que esse não é o primeiro post que faço sobre o personagem; aqui você pode conferir os momentos mais constrangedores do Robocop na publicidade!

Eu não sou hiper fã da franquia, mas acho o conceito bem interessante, assim como o primeiro filme; gostei muito das imagens e por isso estou postando este conteúdo aqui. E você, gosta do Robocop? O que achou dos infográficos?

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Animação: personagens Hanna Barbera na vida real!

Scooby Doo, Fred Flintstone, Manda Chuva, Dom Pixote, George Jetson, Dick Vigarista, Pepe Legal. Este e muitos, muitos outros personagens marcaram muito a minha vida, e aposto que provavelmente a sua também, não é? O que eles tem em comum? Todos estes foram criações dos Estúdios Hanna Barbera! E neste post, vamos relembrar um pouco deste universo, de modo diferente!

E pelas mãos de quem? Do designer chileno Juan Pablo Bravo. Este nome já está se tornando uma tradição no ColorScreen! Se você não está ligando o nome à pessoa, foi ele que criou os infográficos que já foram mostrados por aqui, comparando o tamanho de personagens da Pixar e também da Disney! Agora ele atacou novamente, mostrando as criações da dupla William Hanna e Joseph Barbera, desenhados na mesma escala, para que os fãs possam imaginar como seriam os personagens na vida real, interagindo no mesmo mundo!

Como a imagem é gigantesca (e bem pesada), não é possível colocar aqui no post, portanto clique abaixo e veja em tamanho original:

Repare que a imagem divide personagens principais e coadjuvante pro cores, englobando todas as fases do estúdio, dos primeiros desenhos (como "Jambo e Ruivão" e "Dom Pixote") até a fase final, onde produções como "Johny Bravo" e "As Meninas Super Poderosas" recebiam a chancela Hanna Barbera.

No infográfico também podemos ver animações que muita gente não sabe que eram produzidas pelo estúdio, como "Capitão Planeta", "Debi e Lóide", "Os Smurfs" e "Cavalo de Fogo" (aliás, na imagem do topo do post podemos ver Sarah, a protagonista da animação exibida pelo SBT, em meio a outros personagens clássicos da dupla Hanna Barbera!). Bem divertido!

Eu gostei muito da imagem, e me surpreendo a cada trabalho do designer chileno! E você, o que achou?

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